domingo, 24 de agosto de 2008

Oiro, de muito oiro...

... o teu abraço que nunca me apetece desfazer.
A amizade e a confiança que partilhamos,
E o estar sempre aqui.

Oiro puro, de muito oiro...
O teu coração
De quem o sol copia os reflexos dourados.

De muito oiro, oiro puro
O teu sorriso
Que a lua imita
Ao rasgar a noite escura.

Oiro, de muito oiro, oiro puro
És tu, meu Amor.

2 comentários:

João disse...

Olá!
Aqui estou, apresentado por sua irmã. E se é para comentar, comento:
Gostei muito do poema. Gostei muito, a sério! Se é "oiro puro", que mais dizer?!Parabéns.
E como diz, o trovador Pedro Barroso "é bom saber que descobrimos que se faz poesia "nestes tempos cinzentos de bolor e pasmo".
Força. Um abraço
JLdias

mendogas disse...

olá Adelaide linda poesia amiga já faz tempo que não tenho o prazer da tua visita desculpa mas para mim são oiro puro.


bj-João