"Pelo sonho é que vamos, Comovidos e mudos. Chegamos? Não chegamos? Haja ou não frutos, Pelo Sonho é que vamos. Basta a fé no que temos. Basta a esperança naquilo Que talvez não teremos. Basta que a alma demos, Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia. Chegamos? Não chegamos? Partimos. Vamos. Somos" - Sebastião da Gama,in "Pelo Sonho é que Vamos"
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Paz
Escrevo-te em letra redonda o que me vai na alma. E na minha alma vai um poema. De esperança. Que escreveste - sem te dares conta - nos ultimos dias. Escreveste, directamente no meu coração. Também com letras redondas, em tons de azul, a minha cor preferida.
Na minha alma, vai também harmonia. De certeza aquela que me desejaste às primeiras horas da tua manhã. Na minha alma, vai ainda paz. Uma paz que começo agora a descobrir. Acho que abri os braços a esta nova sensação, no dia em que me reconciliei definitivamente com Deus. E essa história tu já conheces. Foste tu quem mediou essa reconciliação.
Sinto - sei - que neste momento também tu estás mais perto d'Ele. E sinto - sei - que esta graça - que sinto - divina a pairar sobre mim é de certeza um presente teu, fruto dos teus melhores pensamentos.
E deixo-te o meu; o meu pensamento, no teu coração. Fecho os meus olhos para melhor sentir os teus no meu pensamento. No meu coração. Vejo, com os olhos fechados, a paz do teu sorriso, e até sinto o teu beijo de esperança. E deixo-te o meu, o meu beijo, no teu coração.
Bom ano!
domingo, 20 de dezembro de 2009
Sorriso (de Natal)
És especial. Muito especial. Só assim se justifica que eu goste tanto de ti. E tenha saudades tuas. E que sorria sempre que penso em ti. Porque gosto de sorrir e sobretudo de sorrir quando penso em ti.
Este Natal vai ser especial, também. Pela primeira vez em muitos anos volto a sentir que é Natal. Reconciliei-me definitivamente com Ele da primeira vez que me disseste: "Fica com Deus!", em jeito de até amanhã. E cada vez me é mais fácil sorrir. Este Natal vai ser (quase) perfeito. Com o sorriso que se começa a desenhar no teu rosto depois de leres estas linhas. E o meu, que te deixo escrito neste mural de palavras sinceras. Em letra redonda. E não era preciso ser Natal para te escrever. Porque pessoas como tu transportam o espírito desta época durante todo o ano.
Só escrevi agora por uma questão de tempo. E continuo a sorrir.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Ridícula (carta de amor)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Digitais
os abraços, a saudade,
os olhares cúmplices
e a piadinha mordaz no tempo certo...
Cola-se à pele o carinho,
a capacidade única
de acender um brilho nos olhos
e a chama da esperança na alma.
O ADN, as impressões digitais da amizade,
também se visualiza(m) no sorriso
que às vezes apenas se adivinha
no abraço (real) à distância,
no beijo escrito a azul em letra redonda,
na força das palavras impressas
no papel e no coração.
Natureza
Aqueceu-lhe a alma.
O sussurro do vento
falava de esperança.
Presenteou os sentidos
Com o doce perfume da terra molhada
E olhou para o céu
Já sem nuvens.
Elevou os olhos para o imenso azul
e sorriu ao receber
mais um beijo do Sol.
E agora era a brisa
quem lhe afagava o rosto.
Fechou os olhos
Para melhor sentir
A cálida carícia.
E sentiu um beijo
colar-se à pele.
Apeteceu-lhe comer rosas
Depois de beijar cada pétala...
Como se fossem o pão da vida!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Poema prometido
Um (quase) poema
De rima solta,
Onde as palavras
Falam de sonho,
Saudade,
Esperança, bondade,
Ternura e amizade.
Vive-me na alma
A vontade e o querer
A felicidade e a melancolia
A gargalhada e (às vezes) a tristeza,
Ambas dão mote à minha poesia.
Vive-me na alma
A chama da fé
E a vontade de vencer,
Que elevam o sonho e a esperança
Ao patamar da vitória.
E mora também na minha alma
O (quase) poema prometido
Ao som do gemido da guitarra,
Que em busca do samba animado
Copia agora a rota de Cabral,
Para “matar” a saudade.
Encontro com a escrita
Hoje apeteceu-me encontrar-te aqui. Apeteceu-me encontrar-me também. No sonho partilhado. Cada vez que me encontro, encontro-te - naturalmente - a ti. E quando um dia estive desencontrada, encontrei-me contigo, encontraste-me tu! E nunca mais me perdeste, nem me deixaste perder! E nunca mais me perdi! E também nunca te perdi!
A minha vida é um encontro perfeito, desde que te encontrei! Desde que me encontraste! E conjugando o verbo encontrar no futuro, continuo a encontrar-te também. E continuamos sempre a encontrar-mo-nos todos os dias, no feliz reencontro de quem nunca se perdeu.
É como dizer até amanhã, antes de dormir. E no meio do sono, encontro-te também, no meu sonho. E também no sonho, escrevo para ti e quando acordo escrevo-te no meu coração.
E agora, escrevo um beijo redondo, no teu coração!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Redundâncias felizes
A minha melhor Amiga tem um coração de ouro, tem um coração muito doce, é uma mulher muito generosa, encantadora, linda - por dentro e por fora - é um dos seres humanos mais bonitos que eu conheço. Acho até que é o mais bonito. E o melhor ser humano também. E falando de qualidades é também uma excelente profissional. A melhor. A melhor do Mundo!
Por todas as razões tenho por ela um carinho imenso e um orgulho desmedido. E dos tempos menos bons que passei até há alguns meses, ficou colada no meu coração a recordação de que ela esteve sempre comigo, incondicionalmente. Foi ela quem sempre mais me levantou a moral, acendeu a esperança, lavou a alma.
Isto é Amizade!
P.S. E isto (este post) minha querida Amiga - já sei - é um verdadeiro ataque de lamechice. Já sei que vais refilar comigo (ai que meeeeeeeeeeeedo!) e só queria ver os teus olhos quando estiveres a ler estas linhas.
Adoro-te muito Amiga
Mil beijinhos no teu coração
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Parabéns Margarida

Escrevo-te estas linhas enquanto afago as pétalas que (me) deixaste. Que estão sempre no meu coração, na minha vida, no meu dia a dia. Escrevo-te estas linhas enquanto ouço a tua voz. Dizes-me que está na hora de brincar. Uma nova brincadeira. Vamos a isso. Neste dia que é ainda mais teu, brincamos (de verdade) ao jogo da esperança. Para jogar, basta ter um sorriso. E eu já tenho o meu preparado. E assim festejamos este dia.
Logo à noite, quando olhar o céu antes de dormir, tenho a certeza que a estrelinha mais bonita (e mais reguila) me vai piscar olho. És tu. E aproveito para te dar mais um beijinho!
domingo, 20 de setembro de 2009
Ápice
todos os meus beijos foram ao teu encontro
E já antes eram teus.
De repende, meu anjo, o céu ficou mais azul
E o meu coração incendiou-se de amor,
Mais amor por ti
De repente, a mensagem ficou mais clara,
No teu olhar transparente, meu amor,
Li as certezas que procurava.
De repente, meu amor, a felicidade
Afagou-me a alma, beijou-me o coração.
De repente, meu amor, estou à beira mar,
Refresco os pés nas águas mágicas do azul
E espero pelo pôr do sol e por ti.
De repente, meu amor,
O sol sorriu-me e piscou-me o olho
O sol e tu.
De repente...
Amo-te mais!
sábado, 19 de setembro de 2009
Adoro meu time
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Definitivamente
Gosto do verde água dos teus olhos,
Do teu abraço genuino
Gosto de sentir que nos levamos pela mão
e que estamos sempre
à distância de um pensamento.
Definitivamente gosto de partilhar contigo
todos os meus sonhos.
Definitivamente
Gosto de sentir que nos gostamos,
Definitivamente
Gosto muito de gostar muito de ti.
domingo, 6 de setembro de 2009
Todos os tempos
Agora, meu amor, o nosso tempo é de muita felicidade. Estamos bem. Felizes. E em nome de todos os tempos que partilhámos, todos os meus tempos são teus. Continuam a ser teus. Sempre.
Em todos os meus tempos, estiveste, estás sempre aqui. Também no meu futuro.
Novas regras
Abrir os braços à vida
ao amor, a todos os presentes do céu.
Deixar para trás a dor
a mágoa, os ressentimentos.
Seguir em frente.
Abraçar o sonho.
Acalentar a mais secreta esperança,
com a certeza que se vai realizar.
Vale a pena
perdoar, seguir em frente
Abraçar a vida.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Cigarras
Desta vez não olhei para a lua. Nem busquei as estrelas.
Tenho a certeza que todas me sorriem.
Ouço suspiros mudos de nervosismo, ansiedade. Lembram-me os gemidos de dor e amor de uma mãe a parir. É um parto diferente. E este filho também.
Apetece-me levantar desta cadeira, e dar um abraço. Apetece-me dizer "estou aqui". Porque este silêncio é de ouro e a concentração vital, deixo que o barulho das teclas do meu computador falem por mim. Que digam estou aqui.
Apetece-me romper este silêncio. Romper. E não rasgar. Porque o rasgar faz barulho.
Apetece-me dar um abraço. Simplesmente porque sim. Porque há muito tempo só me apetecia receber. Hoje é diferente. Também eu estou diferente.
E ouço mais um suspiro. Baixinho. E mais outro. E mais outro. E não sei o que fazer. Apetece-me dar um abraço nesse suspiro. De muito talento.
E receio romper o silêncio.
Lá fora as cigarras continuam a cantar. E as formiguinhas continuam em grande laboração. Perto de mim há uma que trabalha muito. E suspira. Apetece-me tanto abraçar esta formiguinha enquanto ouço o cantar da cigarra.
Fico por aqui... E continuo sem saber o que vou fazer com esta vontade de te dar um abraço. De te beijar castamente, na testa. Como prova do grande respeito e afecto que tenho por ti.
Tenho a certeza que se agora me for deitar, vais dizer: "Bom sono. Fica com Deus".
E eu quero ficar - também - contigo!
domingo, 23 de agosto de 2009
Love my team
Ao primeiro telefonema, mais do que sentir que sim, que ia fazer parte deste projecto - quando tudo ainda era apenas um primeiro contacto - senti que este projecto já fazia parte de mim. O projecto e as pessoas que passei a conhecer. Decorridos dois meses, projecto e pessoas estão definitivamente colados à pele. Ficaram assim, colados, ao primeiro olhar que permitiu avaliar a dimensão, a simplicidade e a nobreza de cada coração.
Do projecto e das pessoas, vou falar em pormenor, mais à frente, no tempo certo.
Agora é tempo para dizer o que normalmente se diz depois. Sejam quais forem os frutos (que acredito plenamente serem muito bons) que nasçam nesta árvore - também - de esperança, é excelente trabalhar nesta equipa super empenhada, onde todos os dias se aprende, onde diariamente sinto que nos respeitamos, confiamos, nos merecemos mutuamente. Cá e lá.
Um beijo
Adelaide
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Sono (de beijos)
Agora.
Afaga-me a alma,
(enquanto durmo)
Com os teus beijos,
E beija-me outra vez.
No sonho, na vida.
Beija-me - também -
neste sono merecido!
E beija-me quando despertar...
domingo, 16 de agosto de 2009
Leva-me (contigo)
(e envergonhado) de mel e ternura.
Navego contigo
Por mares já muito navegados
À procura de uma nova maré.
À bolina deste amor
que me afaga a alma.
Deixo-me levar
p'la brisa deste amor
que me acrescenta vida,
esperança, desejo...
Desejo de amar.
Desejo de (te) amar, mais!
Amo-te (para além das estrelas)
Amo-te! Muito!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Lua(lidades)
De olhar enxuto
Alma lavada
Coração aberto.
Dei-te o abraço
que nem chegaste a pedir.
Li nos teus olhos
verdes de esperança
a mensagem e o beijo.
Lembrei-me do primeiro abraço
que continua aqui
colado à pele
Como todos os outros.
Estendo as minhas mãos
em busca das tuas;
Já se encontraram as nossas mãos
(Como sempre acontece, sempre se buscam)
E nós também.
Sob o olhar cúmplice da lua!
que tem um sorriso
quase tão bonito
como o teu.
Vem agora com o vento
Traz o teu olhar enxuto
A alma lavada e o coração aberto.
Espero-te no jardim secreto
que a lua criou para nós.
Até já!
sábado, 8 de agosto de 2009
Voltei
De tudo o que ficou, ficou o melhor, a excelência. Do menos bom, não vale a pena falar. E é perfeitamente dispensável alimentar mágoas, ódios, rancores. O menos bom ignora-se. Já passou, não vai voltar.
Ao melhor que ficou, que está sempre comigo, junto agora as novas experiências, vivências, sentires. Sentir que estou bem, muito bem, cada vez melhor. Muito, muito feliz! Cada vez mais!
Sonho (real)
Vale a pena esta experiência, este projecto, vale a pena acreditar num mundo melhor. Acreditar nas pessoas, na vida, no sonho.
Sou muito mais feliz desde que estou nesta aquipa. Também sou melhor como ser humano. E em termos profissionais é impagável a oportunidade de estar (também) a realizar uma "velha" aspiração.
Sinto que este projecto e esta equipa têm muito futuro, juntos. Os laços de afecto que nos ligam são muito fortes. O abraço transoceânico que nos une é uma promissora semente de continuidade. Este afecto cola-se - naturalmente - à pele. Cá e lá!
domingo, 26 de julho de 2009
Estações (do ano)
víamos as árvores despidas e o solo amarelecido.
Dávamos as mãos e seguíamos viagem, rumo ao sol.
Se fosse inverno e noite escura, podíamos escrever um poema à lareira, à luz das velas.
Se fosse um poema, falava naturalmente de amor.
Se falasse de amor, também poderia não ser um poema.
Em que ficamos? Para onde vamos?
Ficamos aqui a degustar as palavras
E vamos onde o sonho nos levar.
De mãos dadas. Sempre.
Se fosse primavera, deixavamo-nos embalar pelo canto das andorinhas
Beijávamos papoilas vermelhas de vida
Lavávamos os olhos na festa das cores
Festejávamos os primeiros abraços quentes do sol.
É Verão meu amor. E podemos fazer tanta coisa.
Escutar a indolência do mar e fazer uma festa de azul
com a preciosa ajuda do céu;
Beijar as papoilas e sentir os afagos da brisa
Beber caipirinhas que nos sabem pela vida,
Comer gelados de sabores exóticos e festejar a chegada da noite;
ao som da viola que acompanha o vaivém das ondas,
lemos o poema escrito no inverno,
à luz de um sol poente que pinta de fogo estradas no mar
É verão meu amor. Corremos na praia,
pés descalços atrás do sonho que nunca deixamos de procurar...
E descansamos meu amor enquanto disfrutamos os beijos
E a vida.
E escrevemos meu amor, um novo poema -
na areia, no coração,
nas páginas das nossas vidas,
na certeza de nos querermos tanto.
Este poema. Que é nosso!
Sempre!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Intervalo
Uma pausa na pesquisa, um cigarro fumado, a pressa de voltar e prolongando um pouco mais a pausa, uma outra pesquisa para mergulhar os sentidos num poema de palavras que me beijem. Encontrei este, de Eugénio de Andrade:
“Foi para ti que criei as rosas.
Foi para ti que lhes dei perfume.
Para ti rasguei ribeiros
e dei às romãs a cor do lume.”
As palavras beijaram-me. Como eu queria. Porque um beijo sabe sempre bem e um poema também, deixo-te os dois
Até já
domingo, 5 de julho de 2009
Nova Era
Nos caminhos da depressão, alimentavas-me a alma com beijos e palavras de força e coragem. Nas rotas do meu desespero, semeavas a esperança, resgatavas-me à melancolia e à descrença. Na noite escura, acendias as estrelas e telefonavas para saber de mim. De tudo o que vivi, só mantenho as boas memórias. Todas passam por ti.
Por esta altura - e enquanto lês estas linhas - vejo-te a a sorrir e a abanar a cabeça. E leio o balão dos teus pensamentos: "Eu não fiz nada!". É por isso que agora te apresento o novo conceito de nada. O "nada" que não fizeste foi a minha força, o "nada " que dizes não ter feito, foi teres ficado quando quase todos partiram, os convites que estreitaram ainda mais a nossa amizade, a partilha de espaços, amigos e afectos, as estadias em tua casa e no teu coração. O "nada" foram os afagos que me embalaram, os abanões que me travaram o desespero. O "nada" meu amor, são os abraços e a amizade que se colam à pele. Esse "nada" salvou-me a vida!
Em troca do "nada", beijo-te o coração. Todos os dias! E todos os dias, também rezo por ti!
Aceita, por favor, este também grande "nada" que tenho por ti.
Adoro-te
domingo, 21 de junho de 2009
(Tua) Força
aprovador, satisfeito,
sinto o teu sorriso em mim
enquanto os teus olhos me abraçam,
também.
Leio nos teus olhos a felicidade
p'la minha nova alma
p'la minha força.
São obra tua.
Não recuses o mérito.
É todo teu.
O que sou neste momento
vem da semente de esperança
que plantaste no meu coração.
O que sou, o que vou ser.
Vou crescer, vou estar de volta,
por mim, por ti.
Devo-nos este regresso.
Estou a chegar.
Até já, meu amor!
Palavras de amor
e as palavras que te escrevo,
são gotas de orvalho matinal,
são as águas da nascente
do riacho que desce vagarosamente a montanha,
são lágrimas de nuvem virgem,
que não sabe fazer chover.
As palavras que te ofereço meu amor
num poema nocturno,
numa ode matinal,
na estrofe do pôr do sol,
na repentina inspiração de um qualquer momento
são mais do que palavras.
Todas as minhas palavras (para ti)
são de amor.
São certezas, são futuro,
são presente e presentes de amor
são carícias, afagos, beijos, abraços,
juras que não preciso jurar.
As palavras que te escrevo meu amor,
e as palavras que digo,
são certezas de bem querer, para sempre.
Todas as minhas palavras para ti, meu amor,
são de amor e são para sempre.
Como este poema.
E este amor. Por ti.
É meu
Está aqui, colado à pele,
Como tu.
Dás-me a mão, as duas mãos,
E ficamos assim
Neste momento mágico
de ternura.
Mão na mão, olhos nos olhos,
E mais um abraço.
Melhor que outro.
Só por isso te deixo partir.
Tem que ser.
Da próxima vez,
é muito melhor.
Amanhã...
é daqui a pouco.
Até já meu amor.
Agora vou sonhar contigo!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Escrito no céu
Mais logo, Amiguinha, quando a noite adormecer a terra com um beijinho de Verão e acender as estrelas para melhor aconchegar os teus sonhos, passeia os teus olhinhos pelo céu e vê o poema que te escrevi. É um poema especial, onde as palavras são estrelinhas; descrevem-te como uma menina linda, doce, cativante, muito bem educada, generosa, excelente aluna, e muitas mais qualidades que vais naturalmente apurar - ainda mais -ao longo da vida.
Neste teu aniversário, deixo-te uma prenda diferente e algo original. Escrita no céu (também) da imensa amizade que tenho por ti, por vocês.
Com grande beijinho da (tia de coração)
Adelaide
Feliz aniversário Maria. Adoro-te(vos) muito
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Sinais
A ausência das palavras
Diz-me de ti, a felicidade
completa.
O afago do vento,
lembra-me o teu beijo,
em forma de brisa.
Envolvente a noite,
fala-me de ti
no silêncio das estrelas.
De ouro, a paz do vento,
o sussurro do mar.
De prata, o sorriso alvo da lua,
pintado no céu.
Em silêncio.
O silêncio das tuas palavras
que só eu posso escutar.
E também em silêncio,
desenho um poema de amor.
Em silêncio
Para não perturbar
O outro poema.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Just a song
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Parabéns Helena Paula
Impossível esquecer também as diversas cores de cabelo que já lhe conheci. Os disparates que ainda fazem rir, as cantorias no estúdio, as partidas às "tias", aqueles momentos que embora sendo de um passado já um pouco distante, continuam tão presentes na memória e no coração. Na memória p'las boas lembranças. No coração, p'la afectividade.
Conhecer a Helena Paula é ter a certeza que a generosidade não ocupa espaço e cabe em metro e meio de altura. Com cabelo vermelho, ou de qualquer outra cor. É saber que a saudável loucura não tem idade e a boa disposição é uma constante nas 24 horas de cada dia.
A Helena Paula faz anos hoje. Estas linhas já poderiam ter sido escritas há muito tempo. Num qualquer dia do ano, dos quase vinte que nos conhecemos.
Feliz aniversário Lena.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Águas
Lavo os olhos e a alma neste rio. Neste rio de esperança. Neste rio colorido que abraça a cidade e a mim também. Neste caudal de riqueza, neste paraíso de golfinhos, neste prolongamento do azul do céu.
Neste fim de tarde, ouço o rio. O meu rio azul. Sussurra-me ao ouvido tudo aquilo que quero ouvir. Que gosto de ouvir. E como ouço bem as palavras do rio. As palavras de amor.
O meu rio está um pouco longe. E tu também. Sinto-vos aos dois tão perto de mim. Aqui.
E deixo-me navegar nestas águas que imagino tão perto. Deixo-me levar nesta maré de esperança. Nesta onda de bem querer que embala a minha vida.
É tão bom ser feliz!
terça-feira, 19 de maio de 2009
Nada
Um punhado de esperança
Um punho erguido
contra nada
Um castelo de areia
à mercê do mar...
Escorre a areia da mão
Baixa-se o punho
As ondas devoram o castelo
Enquanto o punhado de esperança
se transforma numa montanha.
Acreditar. É preciso.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Veste-te de branco
As nuvens. Tão brancas. Tão leves. Tão puras. As nuvens que me lavam a alma. E partem a seguir. Voltam mais tarde. Para rasgar a solidão. Para resgatar as almas solitárias. Como a minha. Às vezes.
Há pouco, no céu, uma nuvem só. Só uma. Espreguiçou-se. E disse-me ter um recado. Um recado do vento. Disse-me, sorri.
Não. Não foi o vento que mandou este recado, Dona Nuvem. Pois - respondeu - o vento também disse que sabias quem te pede um sorriso. Quem gosta de te ver sorrir. Quem te ama mais que o vento.
O recado da nuvem lavou-me a alma. E eu fui mudar de roupa. Para ficar a condizer.
Já chega!
Estou desempregada. Há muito tempo. Naturalmente à procura de trabalho. Todos os dias envio cv's, respondo a anúncios. E recebo respostas. Até agora pouco favoráveis. E no meio deste emaranhado matinal de emails, lá vêm "as correntes". Bolas! Levo mais tempo a apagar estas tretas que a ver o que realmente interessa. E recebo emails de gente com quem não mantenho qualquer contacto há demasiado tempo. Dou comigo a pensar que o meu email é uma forma de descarregar os tais "anjos" e afins. Se tiverem para mandar para quinze, depois de mandarem para mim, já só são catorze. Ora bolas!
Como já disse, não tenho nada contra anjos. Mas começo a aborrecer-me seriamente com os demoniozinhos que me entopem a caixa de correio eletrónico. Por esta altura, haverá quem pense que eu sou mulher de pouca fé. Enganam-se. Tenho fé, muita fé. E até gosto de anjos. Só que os meu(s) anjo(s) são - maioritariamente - pessoas de muito afecto, que amo. Amo muito. Que me amam. Que me apoiam. Que se preocupam comigo. E se o(s) meu(s) anjo(s) me mandar um email desses, até sou capaz de aceitar. Percebo a mensagem. E reencaminho. Por respeito, p'lo carinho por esse anjo.
Os outros vão todos para o lixo. Até porque - acredito - Deus e os anjos andam demasiado ocupados com as almas e de certeza que não têm tempo para verificar quem reencaminhou os tais emails para quinze ou mais pessoas.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Poder
Penso em ti e escrevo. Agora já sei as palavras que vou escrever. Começo agora. A escrever. Para ti. Para ti escrevo sempre. Sempre bem. Porque as palavras ganham vida e alma por serem para ti. As minhas palavras - que - daqui a pouco são tuas. Palavras de muito amor. Por este amor imenso que tenho por ti. Este amor que me desperta, sacode, embala. Este amor seguro, imenso que tenho de ti. Este amor, meu amor que faz de mim um ser humano melhor. Este amor que ateia a esperança. Este amor, meu amor, que me faz acreditar que hoje é bom, amanhã é melhor e depois ainda mais. Cada vez melhor. Cada vez mais perfeito. Este amor, hoje, amanhã, depois, sempre. E para sempre é o meu amor por ti.
Agora ficava por aqui a escrever até nascer o sol. A escrever para ti. Tenho a certeza que consigo preencher esta imensa auto-estrada (onde não estou só, por te ter) com poemas de amor. De muita ternura. Para ti. Tens esse poder inato de me inspirar. E deixo-me levar nessa boa onda.
Páro na portagem. Páro de escrever. E mando-te o que escrevi. E de certeza que vou voltar a escrever.
Chegaram bem as minhas palavras? Acredito que sim.
Um beijo. Até já meu amor.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Eterno éter
Partiste pela calada da noite. Em busca da tranquilidade que uma doença prolongada, traiçoeira, te roubou. Por esta altura já terás reencontrado a paz e a harmonia. Tenho a certeza que uma estrela te recebeu com muita luz. A mesma estrela que esta noite vou ver brilhar - intensamente - no céu. Brilhar e sorrir. Porque é impossível estar ao pé de ti e não sorrir.
Conhecemo-nos na rádio, lembras-te? Na rádio Azul. Há muitos anos. Na época em que as rádios ainda eram piratas, numa altura em que juventude, vontade de fazer coisas novas e generosidade concentravam em nós uma vontade guerreira de vencer e naturalmente criar laços de cumplicidade para a vida. Ultrapassar todos os obstáculos. Com a força e a coragem que uma gargalhada pode dar...
As tuas gargalhadas, como me lembro delas. Logo pela manhã, a qualquer hora do dia. Só consigo lembrar-me de ti sempre a rir. E esta é a melhor memória que se pode ter de alguém. É assim que estás nas minhas boas lembranças. Porque as pessoas de quem gostamos ficam para sempre na memória e no coração.
Até sempre Paula Veríssimo. Voz da Rádio. Rádio Voz, Rádio Azul e agora - de certeza - na Rádio do Além. A animar o céu com a tua eterna boa disposição.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
(Beijo) Eterno
O meu beijo também
E ainda as palavras que te escrevo,
que te beijam por mim.
Como este poema
Que te afaga a alma
e te beija o coração.
Beijo-te e amo-te neste poema
beijo-te e amo-te todos os dias.
Beijo-te enquanto escrevo no céu
nas nuvens, no sol,
no intervalo das estrelas,
o (nosso) poema de amor.
Beijo-te amor no meu sonho
na vida, na esperança,
na força, na confiança.
Sempre que queiras meu amor
Tenho um beijo para ti.
Porque te amo!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Despertar
Todos os dias são bons para acordar o poema com beijos.
Basta que sejam de amor.
Basta que seja dia.
Basta que me olhe no espelho e me veja sorrir.
E para sorrir só preciso de...
... Acreditar ser possivel acordar o poema e embalar o sonho
Com beijos castos de amor.
Acreditar que a esperança
é um abraço apertado que nunca me deixa.
Que está sempre aqui.
Como tu.
Hoje, meu amor, acordei abraçada ao poema
Beijei-o, como se fosses tu.
De cada vez que te abraço,
que te beijo,
escrevo um poema de amor.
Para ti.
Parabéns Sofia (desculpa)
Amiguinha, amigos, desculpem. Há dias em que não sei bem a quantas ando. Sei que gosto muito de vocês, todos os dias, mesmo quando não digo e não apareço.
Parabéns princesinha. Perdoa o atraso.
Um beijo grande no teu coração
Adelaide Coelho
terça-feira, 14 de abril de 2009
Bálsamo
falta saber quantos dias.
Repetem-se os dedos, repetem-se os dias
Doem os dedos, doem os dias.
E não dói a alma
Dormente da dor que não sinto.
Apagas-me a revolta
que me consumia
Acendes a esperança
na minha alma fria
Ateias-me a vontade
de voltar a ser...
Faltam-me palavras
para te agradecer
Por te amar tanto, dou-te tudo o que tenho
Amor
sábado, 4 de abril de 2009
Principezinho
Tenho a certeza que a bondade deste menino começou no cordão umbilical, nos genes de quem lhe deu vida.
Chama-se Manuel este menino. Cresce saudavelmente e um destes dias torna-se um homem. Naturalmente com coração de menino. Porque seres humanos assim - bonitos - crescem em maturidade e generosidade.
O meu amiguinho – sobrinho de coração – faz anos hoje. Feliz aniversário meu querido Manel. Tudo do melhor. Gosto muito de ti. De vocês.
Um beijo grande. No coração.
Adelaide
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Actualidade

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas serras atalhos
veredas lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
(...)
Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer l
atifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Asas
Voo,
Sempre que sonho
Elevo-me.
Quando penso em ti
Ganho o céu
Sento-me nas nuvens
Toco as estrelas.
Quero voar, agora.
Voar até à lua
Adormecer no quarto crescente,
Embalar a esperança
O sonho e a vida.
E amar-te sempre...
Antes, depois,
E durante o voo.
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Beijo(-te)
Este beijo é especial. Por isso é todo teu. Só teu. Um beijo concebido para ti. Para depositar no teu coração, palácio de afectos, ternura, bondade, confiança.
Beijo-te agora, que o meu beijo chegou até ti. Beijo-te agora, beijo-te todos os dias. No silêncio e no ruído. No sorriso, na lágrima que espero que não caia, na noite estrelada, na madrugada cinzenta. Beijo-te porque te adoro. Beijo-te porque sim.
Este beijo, mais do que um gesto de afecto, é um afago no teu coração. Este beijo é respeito, ternura, afecto, amor, reconhecimento, gratidão, carinho, lealdade, eternidade. Este beijo é único e é teu.
Schuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaacccccccccccccccccccccccccccccccc
quinta-feira, 19 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Quando o telefone toca...
Estamos longe e à distância de um telefonema. De um pensamento. Das palavras que sentimos. Das promessas que não dizemos e trocamos nas entrelinhas. E ficamos tão perto. À distância do abraço que nunca apetece desfazer, do afago, do beijo.
Amo-te. Agora. Daqui a pouco. Amanhã. Depois. Sempre. Toda a vida.
Amo-te. Antes, durante e depois do telefonema. Sempre.
sábado, 14 de março de 2009
Noite (amiga)
Sentou-se ao computador, sempre a sorrir e escreveu.
"Acabei de receber a tua mensagem. Boa noite meu amor!".
Pelo sonho é que vamos. De mãos dadas. Com a esperança. Tu e eu. Nós!
segunda-feira, 9 de março de 2009
Rosas

Na "linguagem das flores", rosas amarelas significam amizade. Dizem. E eu acredito. Até porque gosto muito de rosas amarelas. E adoro a nossa amizade. Esta rosa é para ti. Representa o sol astro - rei, o sol da nossa amizade, o sol que todos os dias sinto que também nasce para mim. O sol que também todos os dias trazes à minha vida.
Esta rosa é para ti e este beijinho também.
terça-feira, 3 de março de 2009
Certeza
E nunca deixei de querer. Nunca. Nunca deixei de procurar. E não deixo. E vou continuar. Continuo. Quero. Vou.
Quero. Gosto muito. Preciso. Como todos os mortais. Quero. Sei que sou capaz. Tenho força. Força de vontade. Empenho. Sei. Sei fazer. E se não souber, aprendo. Gosto de aprender. Também.
Quero. Que me olhem com respeito. Porque quero. Porque tenho esse legítimo direito. Porque mereço. Porque sou uma senhora. Senhora e desempregada. Desempregada por enquanto. Senhora, sempre. Senhora de mim.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Disponibilidade (total)
Amizade. Palavra sagrada. Que eu venero. Que abraço. Como te abraço também. Com força. Carinho. Dedicação. Respeito. Às vezes sinto que me faltam as palavras para te agradecer a amizade imensurável que me ofereces diariamente. À falta de palavras, deixo-te a garantia. Comigo, a amizade é para sempre. Também eu, meu amor, estou sempre aqui. À distância de um pensamento. Com o coração de portas abertas para te receber. Até já.
Mil beijinhos
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Ao contrário
De cabeça para baixo,
O sol por debaixo da terra
A lua por debaixo do sol
E alguém por debaixo da vida
(Quase sem forças)
A rasgar caminho.
Cava a sorte
Com a enxada da vontade
Constrói o destino
Com a pá da esperança.
A palavra certa é vencer.
É preciso inverter o mundo
A sorte
A vida
Por ti. Por mim. Por nós.
Porque é urgente
A esperança.
Porque acreditar é preciso.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Fogo
na noite escura
Acende-se o beijo
na noite fria
Acende-se a lareira
na sala grande
Acende-se a saudade
de ti
Cobre-se a alma nua
lavada em esperança
Veste-se de vermelho
o coração mimado
Vou sair deste filme
Agora.
Com os olhos postos no céu,
brilhantes de amor,
por ti.
Vou...
Levo-te comigo.
Vou...
para junto do teu fogo,
que aquece a noite
que me aquece a alma.
Boa noite meu amor
Acendo mais um cigarro. Na calada da noite. É o último de hoje. Como este cigarro, mastigo-lhe o fumo. Como se a ponta rubra de fogo, fosse um prenúncio de sorte. É a última passa. Adio-lhe a morte certa - do cigarro - por mais uns minutos. Aproveito para dizer até amanhã à lua.
Imagino-te em forma de estrela. A estrela mais bonita do céu. Pisco-te o olho. A estrela retribui. A estrela e tu. Acabo com o que resta deste cigarro. Beijo-te, com o meu coração.
Até amanhã meu amor
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Cores
Ânimo
Pois é. São poucas as pessoas que me fazem rir, que me desenham um sorriso nos lábios. São tão poucas que - se calhar - as posso contar pelos dedos das mãos. Mas os pouco são bons. E até quando não me fazem rir. Porque lhes sinto o abraço, o ombro amigo, a mão estendida. Porque lhes vejo o sorriso, a alma lavada, o coração grande. E por isso beijo-lhes a bondade. Agradeço-lhes a disponibilidade. Porque mesmo quando não me fazem rir, tentam. Sem ser com anedotas parvas. E quando não me fazem sorrir à primeira, continuam a oferecer-me um imenso sorriso, um abraço, uma semente de esperança. E lembram-me a necessidade de continuar a acreditar.
Acredito.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
De volta
Existem momentos na vida em que percebemos mais claramente quais são as prioridades. E os amigos também.
E compreendemos que é melhor viver um dia de cada vez.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Força
Não vale a pena partilhar o que se sente quando se deixa o pai no hospital e se vai para casa contar à mãe. E no caminho se telefona à mana. Não vale a pena (d)escrever o que se sente antes e depois de cada visita ao pai.
Quem já deixou o pai no hospital, sabe bem o que fica. Como se fica. Quem não passou pela experiência, não precisa de saber. Se um dia tiver que ser, vai sentir. Mas não vale a pena alimentar qualquer curiosidade.
Agora o tempo é de esperança. De força. De coragem. De união. Pelo pai, pela mãe, pela mana, por nós. Estamos juntos.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Eficiência
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Grandes medidas
Perseguindo a lógica governamental, não me espantaria nada se o governo proibisse a circulação de viaturas de luxo para evitar o carjacking.
Numa altura em que o país afia a lingua para comentar os recentes encândalos que envolvem o Freeport, o governo manda retirar atm's dos tribunais. Ainda bem! Porque podia ser bem pior! Poderia este governo atentar contra a democracia, mandando calar os jornalistas que investigam este caso tão mediático.
E queixa-se o primeiro ministro da política do bota abaixo. Ora bolas!
De volta
A estrada bifurca-se. De um lado o caminho dos coitadinhos, sem alma, amor, vontade ou respeito. O caminho espinhoso do egoísmo que leva à loucura e à tormenta. Do outro, a auto-estrada. A via rápida para quem quer vencer, voltar, recuperar, recomeçar, mostrar que vale a pena acreditar. O caminho certo para chegar, reconquistar, vencer.
Estar de volta é escolher um dos caminhos. Estar de volta é fazer-me à estrada. Estar de volta é recusar vestir a pele de avestruz, negar a rendição, a depressão, a loucura.
Estou de volta! Porque me devo uma oportunidade. Porque mereço um regresso. Por recusar que todos são mais fortes que eu, por acreditar que vale a pena continuar a lutar. Estou de volta! Porque tudo o que tenho vale mais que o facilitismo da derrota. Porque tenho e sinto amor, capacidade, empenho, vontade. Por saber que sou capaz.
Estou de volta para reconquistar o que me pertence. Um dia tropecei, caí e quase me afoguei na derrota. Salvou-me a esperança, a confiança e o apoio incondicional dos que me amam. Por mim e por eles estou de volta. À escrita, à vida, à luta. Pelo respeito e pelo amor que me mereço, que merecem os confiam (sempre confiaram) em mim.
Estou aqui.